Caneta permanente, tinta e giz sobre tela. Uma de cada vez, na mão. Vendeu, sai do site.
Caneta permanente direto na tela. Sem rascunho, sem desfazer. Errou, virou parte do desenho.














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Cada tela é uma só. Sem tiragem, sem réplica, sem impressão. A que você levar não existe em outro lugar, nem aqui comigo.
É caneta permanente. Não tem camada, não tem verso, não tem desfazer. O que sai da mão fica na tela.
Vendeu, sai do site. Não refaço, não faço "igual só que diferente". A próxima vai ser outra coisa.
Nenhuma peça se repete. Quem pendurar na parede é o único que tem aquela.
O preço é o tempo real que a peça levou. Sem inflar, sem leilão, sem conversa de galeria.
14 telas de 30 × 30. Caneta permanente, tinta acrílica e giz de cera. Uma de cada vez, na mão.
O acervo muda quando vende. A próxima leva vem com outro traço. É de propósito, não é falta de estoque.
Tudo sai da mesma mão: desenho, fotografo, embalo e envio. Não tem intermediário no meio.
Vai junto a ficha da peça: título, material, ano. E o motivo dela existir, se você perguntar.
Número pequeno por princípio, não por estratégia de marketing.
quem desenha
Inquieto desde pequeno. Aos 13 anos já fazia filmes, rabiscava paredes e apostilas e montava colagens no Photoshop, tudo sozinho, sem curso e sem professor. Autista, aprendeu cedo a criar o próprio mundo e nunca parou de fazer isso.
Engenheiro de formação, product designer de profissão. Foram anos preso em reuniões, planilhas, códigos e apresentações, treinando expressões moldadas, o tipo de sorriso que se ensaia para uma call e não aquele que sai sozinho. O famoso masking.
Depois de uma temporada na China atuando como engenheiro, entendeu nos museus que um traço atravessa qualquer idioma sem precisar de tradução. Foi ali que percebeu que os rabiscos dos seus dias solitários poderiam completar alguém.
Sou eu, sozinho. Sem equipe, sem terceirizado, sem galeria por trás. Todas as peças passam pela mesma mão, do primeiro traço ao envelope.
Não começou como negócio. Era vontade de tirar da cabeça o que não cabia mais. O resto veio depois.
O estúdio existe pra bancar esse jeito de trabalhar. Devagar, sem pressa de crescer.
Direto no papel ou na tela. Sem esboço digital, sem IA, sem geração automática. Traço, tempo e mão.
Norte / centro-oeste, Brasil. Cada peça sai daqui embalada por mim.
Não tem linha de produção. Faço, fotografo e publico quando fica pronta. Sem calendário.
Encomenda é exceção. Prefiro fazer a peça e deixar ela achar o dono depois.
Envio pro Brasil todo. Embalado por mim, com a ficha da peça junto.
Erro de produção, atraso no envio, peça que não saiu como esperado. Tudo aparece, nada é escondido.
Sem tiragem, sem réplica, sem impressão. Vendeu, sai do site e não volta.
O preço é o tempo real que a peça levou. Sem inflar, sem leilão, sem conversa de galeria.
Dúvida sobre peça, prazo ou parceria: chama no Instagram ou no email, aqui no rodapé.