Um estúdio independente que faz objetos 3D, arte e jogos com identidade própria. Nada em série. Cada peça tem razão de existir.
Dois jogos feitos durante o expediente[?]. Arte interativa com narrativa real — sem mecânica de vício, sem streak, sem notificação.
rolar pra verdois disponíveis agora
Parece que você está editando uma planilha — mas na verdade está demitindo seu gerente. O jogo perfeito pra jogar no expediente sem o RH perceber.
Simulador de burocracia absurda. Você é a única pessoa consciente numa reunião que nunca termina. Encontre a saída sem que ninguém perceba.
Porque o tédio não é preguiça — é sinal de que algo não encaixa. Esses jogos não resolvem isso. Mas pelo menos nomeiam.
Entre uma tarefa e outra. No ônibus. Tempo que é seu.
Sem notificação. Sem streak. Sem punição por parar.
Cada jogo tem uma tese. Você leva algo ao sair.
Sempre. Sem paywall.
Não somos contra trabalhar. Somos contra viver no automático. Contra acordar segunda sem saber por que.
Cada peça aqui é uma decisão. De não terceirizar. De não massificar. Quantidade que faz sentido, não que maximiza margem.
Erros são documentados. Protótipos são mostrados. Transparência não é marketing — é respeito por quem está do outro lado.
Sair do modelo que diz o que você deve ser, produzir, consumir. Criar espaço pra decidir sobre o próprio tempo.
Arte, tecnologia, expressão — não como hobby pra depois do trabalho, mas como o trabalho em si.
Um estúdio que faz objetos 3D, arte e jogos. Nada em série. Cada lançamento tem quantidade definida antes de abrir.
Quando acaba, acaba. A próxima edição sempre vai ser diferente da anterior. Isso é de propósito.
Os jogos existem no tempo que é seu — fora do expediente, sem mecânica de vício, sem punição por parar.
Comunidade, não cliente. Quem acompanha o 0c0 decide junto o que vem a seguir.
Peças com identidade. Arte em número restrito — por princípio, não por estratégia de marketing.